5.3.2
Inibição não-competitiva
– Formação de complexo estável
Um
grande número de drogas, incluindo metilenedioxibenzenos,
alquilaminas, antibióticos macrolídeos
e hidrazinas, sofre ativação metabólica
pelo CYP para formar metabólitos inibitórios.
Estes metabólitos podem formar complexos
estáveis com o heme do CYP (figura 11),
chamado complexo metabólico intermediário
(CMI), de forma que o CYP fique em um estado inativo
funcionalmente (estas substâncias são
chamadas de substratos suicidas); a formação
deste complexo pode ser revertida e a função
catalítica do CYP férrico pode ser
restaurada por incubação in
vitro com compostos altamente lipofílicos
que deslocam o metabólito intermediário
do sítio ativo da enzima. A dissociação
ou deslocamento do CMI resulta na reativação
da atividade funcional do CYP; porém, em
situações in vivo, o CMI
é tão estável que o CYP envolvido
neste complexo fica indisponível para a
biotransformação de drogas e a síntese
de novas enzimas é a principal maneira
pela qual a atividade pode ser restaurada.
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FIGURA 11 - Estruturas
propostas para o CMI formado durante o ciclo catalítico
do CYP.
Esquerda – compostos com o grupo metilenedioxifenil
formando um complexo carbene-ferro; Centro –
Alquilaminas formando um complexo nitroso-ferro.
Direita – 1,1 dialquil-hidrazinas formando
um complexo nitrene-ferro. Fonte - LI & LU,
1998.
O
piperonil butóxido, um derivado metilenedioxibenzeno,
tem sido usado como um inibidor do metabolismo
oxidativo de drogas. Este composto age por formar
um CMI, provavelmente por uma ligação
entre o carbono e o ferro (figura 11).
A troleandomicina e a eritromicina são
os antibióticos macrolídeos mais
estudados na inibição seletiva que
envolve a formação de CMI. Estes
2 agentes possuem em sua estrutura uma amina terciária
(figura 12) que depois de passar por várias
etapas de biotransformação mediadas
pelo CYP (N-demetilação, N-hidroxilação
e N-oxidação) produz um metabólito
nitroso que se liga fortemente ao CYP ferroso
(figura11) levando a formação de
um CMI.
FIGURA
12 - Estrutura dos antibióticos macrolídeos
troleandomicina e eritromicina. Em destaque o
grupo amino terciário.
Os
derivados de metilenedioxibenzeno e os macrolídeos,
como a troleandomicina e eritromicina, não
agem somente como inibidores mas também
produzem efeitos de indutores. Doses repetidas
de troleandomicina induz o CYP em ratos (PESSAYRE
et al, 1982a), entretanto a maioria das isoenzimas
induzidas fica geralmente complexada e funcionalmente
inativa. A concentração da CYP livre
depende da dosagem diária de troleandomicina
e da duração do tratamento.
A CYP3A4 humana está entre as isoenzimas
induzidas pela troleandomicina. Em 6 pacientes
tratados com troleandomicina (2g/dia durante 7
dias), verificou-se (PESSAYRE et al, 1982b) um
aumento de 76% do CYP total comparado com o grupo
controle; porém a maioria do CYP induzido
estava presente na forma de CMI; a eritromicina
produz efeito semelhante (DANAN et al, 1981).
Os efeitos indutores da troleandomicina e da eritromicina
são causados pela diminuição
da degradação do CMI, e não
pelo aumento da síntese do CYP. Uma vez
que a maioria do CYP induzido está na forma
de complexo e portanto não disponível
para biotransformação in vivo,
a indução pela formação
de CMI pode ser mascarada pelos efeitos inibitórios
destes antibióticos.
Outra droga alquilamina, associada com a formação
de complexo com o CYP, é a orfenadrina
(figura 13) - um relaxante muscular usado no tratamento
da doença de Parkinson. Como esta droga
possui um grupamento amino terciário, se
acredita que o metabolismo da alquilamina para
um metabólito nitroso é a reação
de biotransformação que dá
origem ao CMI (REIDY et al, 1989).
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FIGURA
13 - Estrutura da orfenadrina
Os
derivados da hidrazina pertencem a uma outra classe
de compostos que podem levar a formação
de CMI. O tipo de substituição da
hidrazina é um fator importante para a
formação do complexo envolvendo
o CYP. A hidrazina 1,1-disubstituída, em
contraste com a hidrazina monosubstituída,
é oxidada pelo CYP para intermediários
nitrene que se ligam fortemente ao ferro do grupo
prostético heme, formando o complexo nitrene-ferro
(figura 11). A isoniazida - a hidrazida do ácido
isonicotínico (figura 14) - também
leva a formação de CMI, o que pode
explicar o porque da isoniazida, que é
biotransformada principalmente pela N-acetilação
em humanos, inibe a biotransformação
da fenitoína e varfarina mediada pelo CYP
(MUAKKASSAH et al, 1981).
FIGURA 14 - Estrutura da
isoniazida.
5.3.3
Inibição irreversível do
CYP – Inativação da enzima
Algumas
drogas contêm certos grupos funcionais que
podem ser oxidados pelo CYP a intermediário
reativos que causam a inativação
irreversível da enzima antes da sua liberação
do sítio ativo; ou seja, é necessária
uma ativação metabólica para
uma posterior inativação da enzima.
Este tipo de inativação do CYP pode
ser o resultado de alterações irreversíveis
do grupo prostético heme ou da porção
protéica, ou ainda uma combinação
de ambos. De modo geral, as modificações
do grupo heme sempre inativam o CYP, enquanto
que alterações na proteína
só resultam em perda da atividade catalítica
se aminoácidos fundamentais para a ligação
do substrato, transferência de elétrons
ou ativação do oxigênio, forem
modificados.
5.3.4 Alquilação do grupo
heme
Drogas
que possuem uma ligação dupla (olefinas)
ou uma ligação tripla (acetilenos)
na porção terminal podem ser oxidadas
pelo CYP para radicais intermediários que
alquilam o grupo prostético heme e assim
inativam a enzima. Entre as evidências da
alquilação do heme inclui a demonstração
de perdas equimolares de enzima e de heme, assim
como o isolamento e a caracterização
estrutural do heme adulterado. A alquilação
do grupo heme é iniciada pela adição
do oxigênio ativado para o carbono interno
da dupla ou tripla ligação e é
concluída com a ligação do
carbono ao nitrogênio pirrólico do
heme. É interessante observar que o acetileno
reage com o nitrogênio do anel pirrólico
A do CYP2B1 em microssomos hepáticos de
rato induzidos por fenobarbital, enquanto que
olefinas lineares reagem com o nitrogênio
do anel pirrólico D (LI & LU, 1998).
O etinilestradiol, um estrógeno amplamente
utilizado como contraceptivo oral, é um
derivado acetilênico (ver figura 15), que
ao contrário de outros derivados de estradiol,
tem atividade biológica longa e uma alta
biodisponibilidade. Estudos realizados por GUENGERICH
(1988), indicam que esta droga é um substrato
para a CYP3A4 e também leva a destruição
estrutural desta mesma enzima. Atualmente está
esclarecido que a atividade longa e a alta biodisponibilidade
do etinilestradiol são atribuídas
principalmente a alteração do heme
prostético da enzima que o biotransforma.
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FIGURA
15 - Estrutura do etinilestradiol
Assim
como as olefinas e acetilenos, as diidropiridinas
também podem ser oxidadas pelo CYP para
metabólitos reativos que alquilam o heme
prostético. Por exemplo, os radicais 4-alquil-1,4-diidropiridina
são oxidados pelas enzimas do CYP para
radicais intermediários que alquilam o
nitrogênio do grupo heme. Porém nem
todas as diidropiridinas provocam a alquilação
do heme, a substituição na posição
4 do anel diidropiridina é um fator importante.
A alquilação do heme é detectada
se o substituinte é um grupo alquil alifático
primário (metil, etil, propil); caso o
substituinte seja um grupo aromático (fenil)
ou um radical secundário (isopropil) não
ocorre a alquilação do heme. Por
exemplo, a nifedipina, uma diidropiridina com
um aril na posição 4 (ver figura
16) não inativa o CYP (DE MATTEIS et al,
1982).
FIGURA
16 - Estrutura da nifedipina – uma diidropiridina
com um substituinte aromático na posição
4.
5.3.5
Ligação covalente a apoproteína
O exemplo mais conhecido de inativação
do CYP através de modificação
na cadeia de aminoácidos por um metabólito
ativado é o caso do cloranfenicol. O grupo
dicloacetamida (ver figura 17) é oxidado
para um radical oxamil que acila um resíduo
de lisina no sítio ativo do CYP (HALPERT,
1981), porém esta inativação
pelo cloranfenicol não ocorre igualmente
para todas as isoformas do CYP; estudos (HALPERT
et al, 1985) com microssomos hepáticos
de ratos revelaram que a CYP2B1, CYP2C6 e CYP2C11
são suscetíveis à inativação
pelo cloranfenicol, enquanto a CYP1A1 e a CYP1A2
são resistentes.
FIGURA
17 - Estrutura do cloranfenicol com o grupo dicloacetamida
em destaque.
Outros
compostos com uma ligação tripla
terminal inativam o CYP por se ligarem covalentemente
à proteína. Por exemplo o 2-etinilnaftaleno
(figura 18) é convertido pela CYP2B1 para
uma ceteno, que modifica o sítio ativo
da enzima, incluindo a alteração
em um resíduo de treonina da posição
302 que desempenha uma função importante
na ativação do oxigênio molecular
(ROBERTS et al, 1993).
FIGURA
18 - Estrutura do 2-etinilnaftaleno
A
oxidação de grupos contendo o enxofre
também pode resultar em modificações
da cadeia protéica do CYP. Vários
compostos com enxofre podem inativar o CYP por
ligação covalente a cadeia protéica
depois que são ativados por oxidação
pela enzima, como por exemplo o ácido tienílico
- um tiofeno substituído - que é
oxidado pela CYP2C9 para um metabólito
reativo, possivelmente um sulfóxido tiofeno
que se liga covalentemente a apoproteína
do CYP (LOPEZ-GARCIA et al, 1993).
De modo semelhante, os grupos contendo o nitrogênio
também podem inativar o CYP. Por exemplo,
as ciclopropilaminas são biotransformadas
para metabólitos reativos e experimentos
de BONDON et al, (1989) mostram que ocorre uma
ligação covalente entre o radical
ciclopropilamina e a proteína.
Os dados a respeito do cloranfenicol, ácido
tienílico e ciclopropilaminas mostram claramente
que o CYP pode gerar espécies reativas
que modificam a proteína, porém
algumas drogas podem modificar a apoproteína
e o grupo prostético heme simultaneamente.
Por exemplo, a espironolactona (figura 19), um
agente tioesteróide usado como diurético,
pode inativar as subfamílias CYP2C e CYP3A
e esta inativação ocorre depois
da hidrólise do 7alfa-tioéster que
dá origem a um grupo tiol livre - o CYP
oxida então este radical tiol para um composto
tioesteróide eletrófilico que se
liga covalentemente a proteína e modifica
também o grupo prostético heme (DECKER
et al, 1989).
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FIGURA
19 - Estrutura da espironolactona.
5.4 Mecanismos de Indução
do CYP
Um
dos aspectos intrigantes do CYP é que algumas
de suas isoformas (CYP1A1, CYP2C9, CYP2E1 e CYP3A4)
são induzíveis e outras, não.
Diferentemente da inibição, que
é uma resposta quase imediata, a indução
do CYP é um processo regulatório
mais lento que pode reduzir a concentração
de algumas drogas no plasma, e assim comprometer
a eficácia terapêutica destas drogas.
Apesar do fenômeno de indução
do CYP ser conhecido há mais de 4 décadas,
somente nos últimos anos os mecanismos
envolvidos na indução começaram
a ser elucidados. De um ponto de vista biológico,
a indução é uma resposta
adaptativa que protege as células de xenobióticos
tóxicos, uma vez que aumenta a atividade
de desintoxicação. A indução
da biotransformação tem sido constatada
depois da administração de doses
terapêuticas de algumas drogas; porém
o número de drogas que podem produzir este
efeito é, talvez, mais limitado do que
se suspeitava anteriormente.
A rifampicina, os barbitúricos, a fenitoína
e a carbamazepina estão bem estabelecidos
como indutores que produzem mudanças clinicamente
importantes na biotransformação
de drogas. Recentemente mais algumas drogas, como
o omeprazol e a sinvastatina têm sido observadas
por causar mudanças na farmacocinética
de alguns substratos para isoformas específicas
do CYP, mas a importância clínica
destas observações precisa ser melhor
estabelecida. O uso de etanol e o tabagismo também
podem causar a indução do CYP2E1
e CYP1A, respectivamente, o que pode ter implicações
terapêuticas e toxicológicas importantes
(GONZALEZ, 1988).
Os indutores podem ser monofuncionais, quando
promovem a indução apenas do CYP
ou alguma isoforma específica, ou multifuncionais
quando leva a indução de várias
enzimas, incluindo as enzimas da fase I e da Fase
II da biotransformação (figura 20)
(PARK et al, 1996).
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FIGURA
20 - Classificação dos indutores
das enzimas biotransformadoras.
Adaptado de PARK et al, 1996.
Os
níveis de CYP hepáticos podem ser
controlados pela concentração de
seus substratos no fígado. Há muitos
passos no caminho do DNA até chegar à
enzima, e todos eles, em princípio, podem
ser regulados. Dessa forma, uma célula
pode controlar as enzimas, que ela faz das seguintes
maneiras (figura 21):
a) quando e com que freqüência um determinado
gene é transcrito (controle transcricional);
b) como o transcrito primário de RNA é
processado (controle de processamento de RNA);
c) selecionando quais RNA mensageiros (mRNAs)
maduros no núcleo da célula são
exportados ao citoplasma (controle de transporte
de RNA);
d) selecionando quais mRNAs no citoplasma são
traduzidos pelos ribossomos (controle de tradução);
e) desestabilizando seletivamente certas moléculas
de mRNA no citoplasma (controle de degradação
de mRNA);
f) ativando, inativando ou compartimentalizando
seletivamente moléculas de proteínas
específicas depois que elas foram sintetizadas
(controle de atividade de proteína) (ALBERTS
et al, 1997).
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FIGURA
21 - Mecanismos pelos quais as enzimas podem ser
reguladas.
Fonte: ALBERTS et al, 1997.
Algumas
enzimas CYP estão presentes somente em
baixos níveis e são induzidas por
xenobióticos, enquanto outras são
expressas continuamente em níveis relativamente
mais altos.
Para a maioria dos genes o controle transcricional
é o predominante e portanto a maioria dos
casos de indução do CYP é
conseqüência de um aumento da transcrição
genética, porém a regulação
pós-transcricional tem sido reconhecida
para CYP2E1 e possivelmente para CYP3A1. Por exemplo
os níveis da CYP2E1 podem ser controlados
pela fosforilação da enzima. Os
agentes que levam a fosforilação
desta enzima conseqüentemente aumentam a
degradação da mesma, enquanto substratos
que inibem esta fosforilação previnem
a sua degradação a levam a um aumento
dos níveis de CYP2E1. A fosforilação
ocorre em um resíduo de serina na posição
129 e inicia uma rápida perda do grupo
prostético heme (ELIASSON et al, 1990).
Por muitos anos, os cientistas estão tentando
resolver o mistério de como as células
reconhecem o agente indutor e como o sinal é
transferido para a maquinaria de transcrição.
O mecanismo molecular de indução
tem sido mais claramente definido para agentes
químicos ambientais do que para os agentes
terapêuticos, embora os princípios
básicos sejam os mesmos.
Os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos,
representado principalmente pelo 2,3,7,8-tetraclorodibenzodioxina
(TCDD), também chamado apenas de dioxina;
são indutores efetivos de CYP1A1 e CYP1A2
que estão sob controles regulatórios
similares. (THOMAS et al, 1983). A indução
da CYP1A1 envolve a interação do
indutor com um receptor citosólico hidrofóbico
denominado de receptor Ah (hidrocarboneto aromático)
e a translocação do complexo indutor-receptorAh
para o núcleo da célula (POLAND
et al,1976).
O gene CYP1A1 possui uma região de controle
gênico – que consiste de seqüências
de DNA necessárias ao início de
transcrição do gene e seqüências
que regulam a taxa em que esta transcrição
ocorre – chamada de elementos regulatórios
receptor Ah (AhRE). O receptor Ah na sua forma
ativa consiste de um heterodímero composto
por um domínio ligado ao indutor (ALBD)
e um transportador nuclear para o receptor Ah
(ARNT). Na ausência de um indutor, o ALBD
fica associado a uma proteína denominada
HSP-90 (do inglês “heat shock protein”).
O agente indutor penetra no citoplasma celular,
desloca a HSP-90 de seu sítio de ligação
e se liga ao ALBD. Isto permite o transportador
nuclear (ARNT) se associar com o ALBD para formar
o complexo indutor-receptorAh. A translocação
deste complexo para o núcleo permite que
ele se ligue ao AhRE do gene CYP1A1 levando ao
aumento da taxa de transcrição do
gene conforme esquematizado na figura 22 (WHITLOCK,
1993).
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FIGURA
22 - Mecanismo proposto para a indução
do CYP1A1.
Adaptado de PARK et al, 1996.
Receptores
para a indução de outras isoformas
do CYP, incluindo as famílias CYP2 e CYP3,
que são responsáveis pela biotransformação
da maioria das drogas, ainda não foram
definidos.
Vários genes da família CYP2 são
induzidos pelos barbitúricos. Um estudo
de PIKE et al (1985) demonstra que indução
do CYP pelo fenobarbital em ratos é mediada
pelo aumento do respectivo RNA mensageiro devido
ao aumento da taxa de transcrição
do gene e não envolve mudanças nas
taxas de processamento, transporte ou degradação
do RNAm. Embora existam vários estudos
e possíveis mecanismos de regulação
propostos para indução do CYP pelos
barbitúricos, ainda não foi identificado
um receptor envolvido neste caso. Um trabalho
de SHAW & FULCO (1993) com o Bacillus
megaterium sugere que os barbitúricos
induzem o CYP por deslocar uma proteína
regulatória repressora do seu sítio
de ligação no gene.
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