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EMPREGADA
PELOS
GREGOS
( EPILEPSIA )
DERIV. DE EPILAMBARIN; EPI
+
LAMPARINTIA,
ALGO QUE VINDO DE FORA ATACASSE SUBITAMENTE
; ORIGINANDO
ASSIM O
TERMO
“ ATAQUE
EPILÉTICO ” .
REFERÊNCIAS
DE
2.080
A.C .
CÓDIGO
DE
HAMURABI , NAS LEIS EUGENICAS DOS
HEBREUS
EGÍPCIOS.
A EPILEPSIA
Epilepsia
é a condição de convulsões
recorrentes causadas por uma anormalidade
cerebral inerente. A anormalidade de base
pode resultar de inúmeras etiologias,
incluindo fatores hereditários; distúrbios
do desenvolvimento; lesão perinatal;
infecção; trauma; infarto ou
neoplasia . Entre 0,5 e 1% da população
tem epilepsia.
CONVULSÃO
As
convulsões são produzidas por
sincronização anormal de neurônios
corticais que resulta em uma mudança
na percepção ou no comportamento
.
Entre 7 e 10% da população irá
ter uma convulsão em algum ponto de
suas vidas.
A supressão
rápida da consciência, é
uma das mais freqüentes formas do início
do grande mal. A
"ausência" se caracteriza
pela perda súbita e momentânea
da consciência .
A
obnubilação é a alteração
comum, em intervalos é possível
encontrar-se a orientação espacial
está falseada.
É
comum o pensamento apresentar-se retardado
em relação a fala e dificuldade
de encontrar as palavras.
Os
estados crepusculares podem preceder ou seguir
os ataques, a orientação está
perturbada como também o tempo, o espaço
e as relações com o ambiente.
Também as lembranças estão
mal delimitadas nesses casos.
MATURAÇÃO
DO SN CENTRAL
Se
faz de tal modo que são delimitadas
áreas cerebrais progressivamente envolvidas
e no sentido póstero-anterior.
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3 grandes áreas bilaterais
a)
TRIÂNGULO POSTERIOR (P - O - Tp) 1ª
INFÂNCIA
b) QUADRILÁTERO MÉDIO (C - Tm)
2ª INF + ADOL.
c) TRIÂNGULO ANTERIOR (Fp- Fs - Ta)
ID. ADL
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